O erro central do governo foi acreditar que as emendas parlamentares comprariam silêncio. O Senado mostrou que há um descolamento real entre a agenda do Executivo e os interesses dos parlamentares, que agora exigem ser tratados como iguais, e não como subordinados.
Um fator decisivo foi a postura do Supremo Tribunal Federal. O Senado sente que o STF, aliado ao Planalto, passou a fiscalizar e travar as emendas parlamentares de forma agressiva. Ao barrar o indicado de Lula, os senadores reagem contra essa “parceria” que tenta esvaziar o poder do Congresso.
A estratégia de Lula de usar o Judiciário para pressionar o Legislativo saiu pela culatra. Hoje, o poder da caneta presidencial é questionado abertamente. O Senado provou que não aceita ser emparedado por decisões judiciais que interferem na política interna da Casa.
No fim do dia, essa queda de braço tem um custo alto. A falta de sintonia entre os Poderes gera insegurança para líderes empresariais e para a sociedade. O país precisa que suas instituições caminhem na mesma estrada, mas o que se vê é um descasamento que trava o progresso nacional.
É Importante que Brasília saia dessa disputa de forças. Enquanto o governo e o Senado brigam por espaço e controle, o Brasil real aguarda por uma liderança que una o país em torno de um projeto comum, longe das conveniências dos tribunais.
O Senado Federal enviou um aviso ao Palácio do Planalto: a era da obediência automática acabou. A resistência à indicação de Messias para o STF não é apenas uma derrota de um nome, mas um freio de arrumação na autoridade do presidente Lula sobre o Legislativo.
O erro central do governo foi acreditar que as emendas parlamentares comprariam silêncio. O Senado mostrou que há um descolamento real entre a agenda do Executivo e os interesses dos parlamentares, que agora exigem ser tratados como iguais, e não como subordinados.
Um fator decisivo foi a postura do Supremo Tribunal Federal. O Senado sente que o STF, aliado ao Planalto, passou a fiscalizar e travar as emendas parlamentares de forma agressiva. Ao barrar o indicado de Lula, os senadores reagem contra essa “parceria” que tenta esvaziar o poder do Congresso.
A estratégia de Lula de usar o Judiciário para pressionar o Legislativo saiu pela culatra. Hoje, o poder da caneta presidencial é questionado abertamente. O Senado provou que não aceita ser emparedado por decisões judiciais que interferem na política interna da Casa.
No fim do dia, essa queda de braço tem um custo alto. A falta de sintonia entre os poderes gera insegurança para líderes empresariais e para a sociedade. O país precisa que suas instituições caminhem na mesma estrada, mas o que se vê é um descasamento que trava o progresso nacional.
É importante que Brasília saia dessa disputa de forças. Enquanto o governo e o Senado brigam por espaço e controle, o Brasil real aguarda por uma liderança que una o país em torno de um projeto comum, longe das conveniências dos tribunais.
*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural
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