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BNDES divulga classificados na fase eliminatória do edital Restaura Rio Doce

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou nesta quinta-feira (5) o resultado da fase eliminatória da chamada pública Restaura Rio Doce. A iniciativa, com orçamento de R$ 618,75 milhões, vai selecionar até cinco parceiros aglutinadores para coordenar projetos de restauração ecológica e produtiva em 12,5 mil hectares da Bacia do Rio Doce. A ação integra o Novo Acordo do Rio Doce e está voltada à reparação dos danos decorrentes do rompimento da barragem de Fundão.

Segundo o BNDES, 27 propostas foram apresentadas ao edital, lançado em julho, com prazo de envio até 30 de setembro. Desse total, 24 atenderam aos critérios eliminatórios e avançaram para a próxima etapa da seleção. A lista com as 12 propostas classificadas nessa fase foi divulgada pelo banco.

A chamada pública é realizada em parceria com o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e está enquadrada no Anexo 3 do Novo Acordo do Rio Doce, homologado em 2024. Os recursos serão destinados pelo Fundo Rio Doce, administrado pelo BNDES, para financiar ações de reparação e compensação na área atingida.

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Na fase classificatória preliminar, serão analisados os documentos e as informações apresentados pelos proponentes, conforme os critérios do edital. Ao fim dessa avaliação, será definida a ordem de classificação das propostas. O resultado dessa etapa será divulgado na segunda quinzena de novembro.

Os três proponentes mais bem classificados em cada uma das cinco regiões previstas no edital serão convocados para apresentação oral à Comissão de Seleção. A chamada é aberta a autarquias, fundações públicas, universidades e entidades privadas sem fins lucrativos com atuação no Brasil e experiência comprovada em projetos de restauração ecológica e produtiva.

De acordo com o BNDES, o edital prevê ações de recomposição da vegetação nativa, implantação de sistemas agroflorestais, conservação de solo e água, fortalecimento da cadeia produtiva da restauração e apoio a viveiros locais. A proposta também busca ampliar a participação de organizações da sociedade civil, instituições de pesquisa e cooperativas na recuperação ambiental e produtiva do território atingido.

A iniciativa divide a Bacia do Rio Doce em cinco regiões de atuação e direciona os recursos para projetos de recuperação ambiental e produtiva de longo prazo em municípios afetados de Minas Gerais e do Espírito Santo.

Fonte: agenciadenoticias.bndes.gov.br

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